Na vida real

O universo emocional da atriz que encontra o equilíbrio nos momentos simples e saudáveis dos dias

As câmaras dizem-nos que tem uma voz quente, que é extrovertida, autoconfiante, capaz de contagiar-nos com alegria. Para lá delas, há também um lado reflexivo, doce e generoso pouco conhecido. Encantador.

Prevenir – Chega aos 30 anos com um sorriso contagiante. O que a faz feliz?

Rita Pereira – Coisas simples. Faço questão de viver de forma positiva e não sou nada materialista. O mais importante é estar com a minha família, conversar com a minha irmã, tal como quando éramos crianças e adolescentes; passear as minhas cadelas, jantar com os amigos. Adoro dançar (fiz ballet durante dez anos, depois seguiu-se a dança contemporânea, R&Bhip hop…). Faço voluntariado desde os oito anos (fui escuteira durante 12 anos), e isso é algo que também me faz muito feliz.

P. – Que ações de voluntariado?

R.P. – Por exemplo, visito sempre que possível crianças internadas no Hospital Dona Estefânia. Apareço de surpresa ou faço-o quando vou visitar uma amiga. Ao dar aos outros sinto que devolvo a sorte que tive em receber a vida que tenho.

P. – Esse é um lado pouco conhecido de si.

R.P. – Não costumo divulgar. Não o faço para que seja público, faço-o porque me sinto verdadeiramente bem com isso.

P. – Tem 260 mil fãs no facebook, já foi protagonista de várias novelas, as notícias sobre si multiplicam-se. Como lida com o stresse provocado pelo mediatismo?

R.P. – Tenho os melhores pais do mundo e é aí que encontro o meu ponto de equilíbrio. São a minha base absoluta, “puxam-me para a terra”. As pessoas não fazem ideia do que é ser reconhecido permanentemente. Não existe vida privado. Mesmo que esteja sozinha nunca estou só.

P. – A gestão emocional tem de ser constante…

R.P. – Tem de ser uma bagagem emocional sólida para se conseguir gerir todos os aspetos negativos e positivos que a fama envolve. Mas mesmo que naquele dia eu não esteja bem, tenho muito presente que a pessoa que se vai
cruzar comigo não tem culpa do que se está a passar e eu, enquanto figura pública, tenho de aprender a lidar com isso.

P. – Que estratégias prática a ajudam?

R.P. – Gosto muito de estar sozinha, de refletir e de pensar no que realmente é importante. Não bebo, nem fumo. Caminho, vou jogar básquete ou faço aulas de dança e isso ajuda a libertar-me.

P. – Como são os seus dias para lá do facebook e das câmaras?

R.P. – Adoro dormir, mas quando as gravações começam às 8 horas acordo às 6 da manhã. Tenho 25 minutos para

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almoçar. Nesses

dias, depois de gravar cerca de 12 horas, vou treinar ao ginásio, faço aulas de dança contemporânea ou jogo básquete. Tenho um

personal trainer com quem treino crossfit. Quando chego a casa estudo os textos das gravações, faço o jantar e vou descansar.

P. – Essa rotina implica muita disciplina. Ter sido escuteira ajudou-a, de alguma forma, nesse capítulo?

R.P. – Sem dúvida. O escutismo marcou a construção da minha personalidade, a autoconfiança. Por exemplo, sou incapaz de dizer «não consigo», «não faço» ou «não sei para onde vamos». Talvez por isso goste tanto de viajar sozinha, de partir sem hotel definido. Não tenho medo.

P. – Sente uma grande pressão em relação à imagem, ao peso?

R.P. – Não vivo em função disso. Controlo a evolução do meu peso pela roupa e se engordo não fico em estado de choque. Tento, sim, equilibrar os meus hábitos até porque, para além de ter tendência para ganhar peso, a televisão “engorda-nos” cinco a sete quilos!

P. – Que cuidados tem?

R.P. – Sou regrada na alimentação, exceto nas férias. A partir das 18h00 não como hidratos de carbono (pão, massa, arroz) e tento fazer exercício todos os dias. Ando sempre com uma garrafa de água de litro e meio, para não falhar. Como de tudo um pouco e se tenho um jantar «generoso» entre amigos, nessa altura, não me privo, mas nos dias anteriores tento comer menos para compensar. Tenho a sorte de não gostar de chocolate e de não ligar muito a doces, mas adoro sopa, vegetais e fruta.

P. – Ouvi-a contar num programa que, na infância, tinha vergonha da sua barriga. Superou-a. Como se derrotam os complexos?

R.P. – Aprendendo que a personalidade tem de ser sempre mais forte do que a aparência. É preciso por em prática medidas saudáveis para cuidarmos de nós, mas é também pelo ângulo psicológico que podemos derrotar os nossos complexos. Não me interessa se tenho uma barriga saliente, quero é que as pessoas me vejam como alguém inteligente, uma pessoa amiga, confiável e que, profissionalmente, faz tudo para ser melhor.

P. – A Rita é o rosto da primeira edição da Prevenir de 2013. Que mensagem deixa às nossas leitoras este ano?

R.P. – Se estivermos emocionalmente fortes teremos mais resistência para gerir a crise. É importante darmos as mãos, olharmos para o outro e perguntarmos à pessoa que está ao nosso lado se a podemos ajudar.

HÁBITOS

VIDA SAUDÁVEL

QUE CUIDADOS TEM COM A SUA SAÚDE?

Tenho a sorte de ter um sistema imunitário muito forte e raramente adoeço, mas faço um check-up anual. A área mais sensível é a voz. Dada a minha profissão, tenho de ter algum cuidado até porque facilmente fico rouca. Já fiz exames, não posso gritar em concertos, nem estar em locais com fumo. No meu carro e na minha casa ninguém acende um cigarro.

E AO NÍVEL DA BELEZA?

Adoro cosméticos e nunca dispenso a aplicação de hidratante de manhã e à noite no corpo e rosto, porque tenho a pele seca. Sempre que possível não uso maquilhagem e quando o faço retiro-a sempre antes de dormir. Para preservar a fibra capilar, penteio o cabelo com cuidado das pontas para a raiz e aplico uma máscara. Para além disso, faço sessões de drenagem linfática manual, de mesoterapia e de intralipoterapia.

Sessão Fotográfica

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Scans

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“Fujo da imagem de diva, de sex symbol, de pessoa que está no topo e é intocável”

Aos 30 anos, Rita Pereira faz um balanço do seu percurso e partilha ambições

Rita Pereira garante que ao longo dos anos, tem vindo a aprender a gerir melhor a sua imagem. Atualmente, concede apenas duas ou três produções por ano. Uma delas… é esta. A conversa com a atriz da TVI percorreu vários temas: Natal, infância, trabalho… E as saudades do cantor e ator Angélico Vieira, que morreu há um ano e meio.

Lux – Gosta do Natal?

Rita Pereira – Gosto muito, porque estou com a minha família e adoro oferecer presentes. É sempre uma altura em que tenho a oportunidade de ir para a aldeia comer os bolinhos feitos pela minha avó.

Lux – Os seus pais estão separados. Como é que gere isso?

R.P. – Passo o dia 24 com um e o 25 com outro. E vamos alternando ao longo dos anos. Da parte do meu pai, vamos para perto de Castelo Branco. Da parte da minha mãe, passamos na Graça, em Lisboa.

Lux – Foi fácil manter esse entusiasmo por esta época?

R.P. – Sim, porque nós somos os quatro muito unidos: eu, os meus pais e a minha irmã. É óbvio que o primeiro Natal após a separação foi um bocadinho estranho. Eu tinha 16 anos e a minha irmã tinha 10. Mas eles tiveram imenso cuidado relativamente a isso e nunca houve um choque grande.

Lux – Independentemente de ter de se dividir, passa sempre esta quadra com a sua irmã?

R.P. – Sempre. Somos inseparáveis. E é a ela que gosto mais de oferecer presentes. E dou-lhe sempre presentes personalizados.

Lux – E entram em competição?

R.P. – Acerca do número de presentes? Sim. Ela, como tem imenso jeito para trabalhos manuais, oferece-me coisas maravilhosas. Mas adoro oferecer a todos. No ano passado, dei ao meu pai um salto de queda livre. E já o fizemos os dois. Foi ótimo!

Lux – Ele é o mais aventureiro?

R.P. – Ele é o criativo, porque é professor de artes e pintor. A minha mãe é mais aventureira. Vai todos os anos a concertos, festivais… E sai à noite comigo. Depois perguntam-lhe se é minha irmã e ela fica toda contente. Os meus amigos habituaram-se a conviver com eles. O meu pai é que ia sempre buscar-nos à discoteca. Deram-nos muita liberdade, desde que nos portássemos de forma responsável.

Lux – Pela maneira como fala parecem ser todos muito divertidos. Imagino-a como o bobo da corte lá em casa…

R.P. – Completamente. Sou sempre a palhaça [risos]. Mas até as minhas avós entram nas brincadeiras.

Lux – Sempre conviveu muito com elas?

R.P. – Muito. Passava metade do verão com uma e outra metade com a outra. Em Castelo Branco, lembro-me de que o meu avô pendurava cordas enormes nas árvores para nos lançarmos para uma lagoa que lá havia. E quando ia para o Algarve com a minha avó materna, lembro-me de que ela sempre gostou muito de se bronzear, então, apanhei essa mania com ela. Todos os verões tinha bronzeadores novos [risos].

Lux – Já disse que envolve sempre a família nas suas decisões…

R.P. – Desde o vestido que vou usar nos Emmy até a questões de contratos, falo sempre com os meus pais e com a minha irmã. Costumo dizer que são três públicos diferentes. E são muito diretos.

Lux – E a Rita, é muito direta?

R.P. – Sim. As pessoas sabem o que esperar de mim. Hoje em dia, sou uma pessoa muito mais desconfiadas, também pela minha profissão.

Lux – Mas diz tudo o que pensa?

R.P. – Hoje contenho-me muito mais. Antes, achava que era uma menina rebelde que podia dizer tudo o que me vinha à cabeça. Mas tenho o coração na boca, e as pessoas sabem que se eu não gostar, vou dizer que não gosto.

Lux – Era muito refilona?

R.P. – Era muito teimosa. Nunca aceitei um não porque não. Os professores diziam que eu era muito insolente. Eu perguntava o que era ser insolente. E eles diziam que eu conseguia responder-lhes, sem ser mal-educada e sem poderem mandar-me para a rua. Mas irritava-os [gargalhada].

Lux – A sua irmã já não parece ser assim…

R.P. – Nada. Se bem que é muito faladora. É muito inteligente, com os pés bem assentes na terra. Tem 24 anos e já está a dar aulas, pelo segundo ano, ao primeiro ciclo.

Lux – Fala dela com orgulho.

R.P. – Admiro-a imenso, porque ela nunca quis aparecer e ser conhecida como a irmã da Rita Pereira. Isso mostra personalidade. E é a pessoa que melhor me conhece, até melhor do que os meus pais.

Lux – Ela terá sido um dos seus pilares, na altura em que sentia ter passado de bestial a besta?

R.P. – Isso foi naquela altura do [fim do namoro com o] Angélico. A imprensa adorava-me e, de repente… Mas já passou.

Lux – Conseguiu ultrapassar isso?

R.P. – Sim… Ao longo dos anos fui aprendendo a lidar com isso de outra maneira, a perceber que faz parte da profissão que escolhi.

Lux – Essa postura tem a ver com a maturidade, com o facto de já ter 30 anos?

R.P. – Sem dúvida alguma que tem a ver com a maturidade e com objetivos e prioridades, acima de tudo.

Lux – Quais foram as principais evoluções?

R.P. – Sempre fui uma pessoa com objetivos muito definidos e acho que continuo assim, mas tornei-me mais certa daquilo que quero. Há uns anos, andava um bocado perdida, quanto ao que queria realmente fazer, ou sobre quando é que queria construir uma família…

Lux – Pensava muito nisso?

R.P. – Ah, sim. Desde pequena que quero ser mãe. Porque a minha família sempre foi muito importante para mim…

Lux – Às vezes, o efeito é contrário. Há filhos de pais separados cujo sonho de família fica destruído.

R.P. – Mas isso são filhos que depois da separação não são acompanhados da melhor maneira. Acho que se os pais continuarem a dar-lhes o mesmo amor, os filhos acabam por não sentir isso.

Lux – Voltando a si. Quer uma família grande?

R.P. – Uns três filhos. E sempre quis ter mais irmãos.

Lux – Estava a dizer que já não vive tão angustiada com isso. Não devia ser ao contrário?

R.P. – Não. Com 30 sinto-me igual a quando tinha 25 anos. Encaro as coisas de forma mais natural. Vejo pela Margarida Marinho, que foi mãe aos 42, e tem uma excelente relação com a filha. Não há uma idade para se ser mãe.

Lux – Está a gravar a nova novela da TVI, “De Mulher para Mulher”. Quem é a personagem que via interpretar?

R.P. – A Fernanda, uma mecânica que vive num bairro. É uma mulher-furacão, que faz parte do núcleo cómico.

Lux – Tem sido difícil dar-lhe vida?

R.P. – Ela conduz um reboque. Tive aulas para aprender a colocar o carro em cima do reboque – é extremamente difícil – e também tive aulas de condução defensiva, porque, à noite, ela faz street racing. É muito interessante!

Lux – Já protagonizou quatro novelas…

R.P. – Acho que seis, mas deixe-me contar: ‘Doce Fugitiva’, ‘Feitiço de Amor’, ‘Meu Amor’, ‘Remédio Santo’ e esta, cinco.

Lux – Certo. Portanto, feito este percurso, pensa: ‘E agora?’

R.P. – Penso muito, sim. Quero fazer teatro outra vez, ou, se calhar, tentar alguma coisa lá fora.

Lux – Já está a trabalhar para que isso aconteça?

R.P. – Não… É um pensar de querer pôr em prática. Eu estava a meio de “Remédio Santo” e o [António] Barreira já estava a falar-me desta personagem. Portanto, não valeria a pena começar outra coisa. Até porque o teatro, por exemplo, rouba-nos muito tempo e eu não quero tentar conciliar tudo, como já fiz uma vez.

Lux – Acumular teatro e televisão não funciona?

R.P. – Ai não, não. Não é que tenha prejudicado o meu trabalho, mas fisicamente estava completamente desgastada [aquando do musical ‘Os Produtores’]. Emagreci imenso, porque nem sequer tinha tempo para comer.

Lux – Esse foi também aquele período complicado a nível pessoal…

R.P. – Sim, também teve esse lado pessoal. [silêncio]

Lux – Foi a altura em que terminou o namoro com o Angélico. Já passou um ano e meio desde a sua morte. Consegue aceitar melhor essa realidade?

R.P. – Não. Não. [Faz uma pausa]

Lux – Ele ainda está muito presente?

R.P. – Eu não gosto de falar sobre isso. Mas não, não aceito.

Lux – Como é que tenta combater essa revolta? Imagino que será uma revolta…

R.P. – Sim, é. Tento dar muito mais valor à vida, e aproveitar por mim e por ele.

Lux – Pensa nele todos os dias?

R.P. – Não vou responder a isso.

Lux – Então pergunto de outra forma: sempre teve uma ligação muito forte com a mãe dele…

R.P. – [Interrompe] Com a mãe e com ele. Ao contrário do que foi dito, nunca deixámos de nós falar, sempre fomos amigos. Em relação à mãe, estou com ela todas as semanas.

Lux – Sente que ela precisa desse apoio?

R.P. – Precisa.

Lux – E a si? Reconforta-a poder acompanhá-la nesta fase?

R.P. – Claro que sim. Mas não gosto muito de falar sobre isso, como disse.

Lux – Muito bem. Termino por perguntar sobre as polémicas com Anita Costa [namorada de Angélico na altura da sua morte]. Havia algum fundo de verdade no que foi dito?

R.P. – Não vou alimentar isso.

Lux – Está em paz com a sua consciência?

R.P. – Completamente. A única coisa que posso dizer é que é mentira que eu e a Anita nos dêmos mal. Falamo-nos tranquilamente, queremos a felicidade uma da outra e sabemos que ambas partilhamos o mesmo sofrimento.

Lux – Ainda que a abordagem destes assuntos a incomode, tem noção de que as pessoas gostam de saber sobre a sua vida?

R.P. – Claro que sim, compreendo perfeitamente. Mas acho que, muitas vezes, não é o público que quer ver certas coisas. As pessoas querem ver-me feliz. Hoje em dia, com a minha experiência, aprendi muito. Por exemplo, sei exatamente aquilo que vai colocar como título do que eu disser. Portanto, controlo muito bem tudo o que digo.

Lux – Mas fala com um ar muito descontraído.

R.P. – Sim, já me habituei. Também já são dez anos. Por exemplo, fiz agora o videoclip do Mickael Carreira. Mas tive de me mentalizar de que não ia importar-me com a polémica à volta do possível romance entre nós. Tenho de optar: ou faço um trabalho que vai ficar com qualidade e é bom para o meu currículo, ou simplesmente não o faço porque não quero passar por polémicas. Optei pela primeira, e fiquei muito feliz, porque acho que resultou num trabalho fantástico.

Lux – Ainda sobre relações pessoais. Desde o Miguel Mouzinho que nunca mais assumiu nenhum namorado. Está sozinha?

R.P. – Não vou comentar.

Lux – Não estou a pedir que comente, estou a fazer-lhe uma pergunta direta. Tem alguém? Falou-se no António Conde, dos Expensive Soul, no Nani…

R.P. – Sim, sim. Nani, Paulo Rocha, Ronaldo… Enfim. Não respondo.

Lux – É vista por parte do público como um sex symbol. Gosta que tenham essa imagem de si?

R.P. – Não é uma imagem que puxo. Vê-se a diferença entre a minha [sessão fotográfica para a] Playboy e as outras. Nas novelas, recuso-me a fazer cenas em soutien e cuecas. Nas produções não faço boquinhas, olhinhos, nem uso decotes até ao joelho… Se sou sensual ou não, é uma coisa natural.

Lux – Para se ter essa imagem não é preciso estar-se de soutien e cuecas…

R.P. – Sim, mas é impensável para muitas atrizes sair à rua sem maquilhagem, pôr fotos no Facebook despenteadas… E podem ver dezenas de fotos minhas sem maquilhagem, descontraída. Eu fujo da imagem da diva, de sex symbol, da pessoa que está no topo e é intocável.

Lux – Todavia, essas características até podem trazer mais trabalho, como o convite da Playboy. É sinal de que o público gosta de a ver assim.

R.P. – É sinal de que querem ver-me assim, porque nunca me viram assim. Se calhar, há pessoas mais bonitas do que eu que não foram convidadas porque já apareceram muitas vezes despidas ou de soutien e cuecas.

Sessão Fotográfica

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Sessão de autógrafos RRCenter no Aqua Portimão – 15/12/2012

E foi ontem que decorreu a última sessão de autógrafos das lojas Rui Romano deste ano. A Rita esteve lá presente e disposta a dar autógrafos, abraços e tirar fotos com os seus fãs desde as 17h e as 19h. Abaixo podem conferir algumas fotos exclusivas!

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Gala das Estrelas, no Casino Estoril (12 de Dezembro)

Actuação Gala

Foi no dia 12 de Dezembro que se realizou a Gala das Estrelas no Casino Estoril, e que foi transmitida em direto pela TVI. A Rita foi a segunda actuação da gala, juntamente com Sara Matos e Sara Santos, e seguidamente fez um breve apelo à chamada das pessoas para ajudarem os mais necessitados. Depois, apareceu na plateia, com um longo e bonito vestido, assinado por Micaela Oliveira e divertiu-se bastante ao som das várias actuações, como por exemplo a dos D’Arrasar!

Podem conferir as várias fotos que postamos na nossa galeria clicando num dos álbuns acima, e o vídeo da actuação das Pussycat Dolls abaixo!