Caras conhecidas solidárias com a Luta contra o Cancro

O cancro não escolhe idades, sexo, religiões ou classes sociais, sendo cada vez mais raras as famílias a quem este drama não bateu já à porta de alguma forma. Por reconhecerem a abrangência desta doença, bem como o seu impacto familiar e social, Júlia Pinheiro, João Baião, Rui Vitória, Isabel Silva e Rita Pereira aceitaram dar a cara pela campanha de divulgação do Peditório Nacional da Liga Portuguesa Contra o Cancro, que se realizou entre 29 de outubro e 1 de novembro.

Apesar de já ter apoiado várias causas, Júlia Pinheiro encarou este desafio solidário de uma forma muito pessoal, como partilhou com a CARAS durante o making of desta campanha: “Tenho uma grande esperança de que um dia esta doença não seja uma espécie de ameaça no nosso destino. É um assunto que me é muito próximo, até porque já perdi o meu pai para esta doença. Quer como alguém que já sofreu emocionalmente por causa dela, quer como alguém que já participou em campanhas de prevenção, só tinha de dar o meu sim a este convite. Espero nunca vir a padecer desta doença, daí a prevenção ser tão importante.”

Neste dia de gravações, João Baião também deixou o seu lado emotivo sobressair: “Infelizmente, o meu pai morreu com um cancro do estômago. Mas, independentemente disso, é uma luta que o mundo trava há muito tempo. Já conseguimos vencer muitas batalhas, mas continua a ser muito importante que as pessoas estejam despertas para esta realidade. Nem me passaria pela cabeça não aceitar este convite.”

Rita Pereira também não hesitou em ‘emprestar’ o seu mediatismo a esta campanha, como revelou: “Todos os anos sou convidada para apoiar mais de 20 causas. Este ano resolvi apoiar esta, porque, infelizmente, o cancro faz parte da realidade de muitas pessoas. Também tenho casos na minha família e isso foi mais uma das razões que me levaram a decidir participar nesta campanha.”

Habituado a ser uma referência dentro das quatro linhas, o mister Rui Vitória também quer ser um exemplo fora de campo: “Sendo figura pública ou não, todos temos de nos associar a esta causa, porque é algo que nos envolve a todos. É o nosso dever cívico. É evidente que se o nosso contributo for importante e visível, melhor ainda.” Apesar de ser a mais nova das personalidades convidadas, Isabel Silva já tem a perfeita noção de como o seu contributo pode ser importante: “Darmos a cara por estas campanhas é a grande mais-valia de sermos figuras públicas, até porque temos vários seguidores que gostam de acompanhar os passos que damos. Se puder ser uma mensageira desta causa, fico com o coração cheio. Esta campanha prova mais uma vez que os portugueses são solidários.”

Os segredos do corpo mais desejado

A actriz da TVI é uma das mais belas mulheres do País. À TvMais confessou quais são os seus truques para ter uma forma física invejável, bem como os seus rituais de beleza e bem-estar

Quando falamos em mulheres de sucesso em Portugal, é impossível não pensarmos no nome de Rita Pereira. A atriz da TVI tornou-se, nos últimos cinco anos, num ícone de estilo e elegância. Com uma verdadeira legião de fãs, faz furor em várias vertentes do mundo do espetáculo, seja a representar, a dançar, em campanhas de moda e na publicidade. Aos 34 anos, sente-se “melhor do que aos 20” e é uma mulher decidida e que sabe bem aquilo que quer e o que não quer. Um dos seus grandes trunfos para vingar numa área tão cobiçada como é o entretenimento nacional é, sem sombra de dúvida, a sua imagem. A atriz, que quando não está em eventos públicos ou na pele de alguma personagem, gosta de ter um look muito casual e descontraído, não descura o seu aspeto físico. Além da prática regular de desporto e de uma alimentação equilibrada, Rita não dispensa outros métodos para ter uma silhueta invejável.

Recentemente, submeteu-se a um tratamento inovador em território nacional e está radiante com os resultados. “Os tratamentos ou massagens que faço são um complemento ao desporto que pratico todos os dias. Apesar de treinar com intensidade, tenho alguma dificuldade em ganhar firmeza na pele, daí ter optado por estas sessões com a X-Magic, uma máquina nova que, para já, é a única no País!”, explica a estrela da TVI. E o que é a X-Magic? Mariline Hortigueira, diretora-geral da clínica Reverse Anti-Aging Center, no Estoril, e diretora científica da empresa Cfellings, explica-nos: “É um tratamento de rejuvenescimento corporal que utiliza uma tecnologia única patenteada, que utiliza quatro energias em simultâneo, conseguindo assim um efeito que reduz adiposidade localizada, firma e tonifica a pele, elimina a celulite, drena, ativa o metabolismo e a circulação, desintoxica e previne o envelhecimento”. Apesar de ter começado a fazer este tratamento há pouco tempo, Rita Pereira está rendida. Um dos grandes pontos positivos desta máquina “é que ela própria faz o diagnóstico a cada paciente, indicando o número de sessões que são precisas para obter os resultados desejados. É incrível! Por vezes, certos profissionais dizem que é preciso fazer dezenas de tratamentos para ficarmos bem, como forma de nos obrigar a gastar dinheiro, e aqui essa questão não se coloca. Como o nome indica, esta máquina é realmente mágica”, diz a atriz. Cada sessão com a X-Magic varia entre os 60 e os 150 euros.

Rituais de beleza

Um dos grandes segredos da atriz para ter um aspeto deslumbrante é cuidar diariamente da sua pele morena, que é uma das suas imagens de marca. “Tenho muitos cuidados com a minha pele, senão não aparentava ter menos idade do que a tenho”, conta.

Rita explica qual é o seu ritual diário para cuidar da tez. “Como tenho pele seca, uso e abuso de cremes hidratantes. Também é impensável ir deitar-me sem me desmaquilhar. É algo que todas as mulheres deveriam fazer, se eu tenho tempo, qualquer pessoa tem tempo!”, diz. Por já ter terminado as gravações da novela A Única Mulher há quase dois meses, a atriz tem aproveitado para mimar o seu corpo. “Felizmente agora tenho tido possibilidade de tratar de mim!”, afirma. Embaixadora de uma conhecida marca de produtos capilares, Rita também não dispensa os cuidados com a sua melena. Apesar de mudar de corte e de cor de cabelo com alguma frequência, não só por causa da sua profissão mas também porque adora inovar, não tem os fios danificados, antes pelo contrário. “Por ter um cabelo forte e saudável é que recentemente consegui ter durante várias semanas extensões com mais de 200 tranças. O meu cabelo é o meu melhor acessório!” A atriz partilha alguns dos seus truques para o manter impecável. “Penteio-o de baixo para cima, para o desembaraçar mais facilmente. E algo que faço há muito tempo e que muitas mulheres desconhecem. Além disso, utilizo champô, amaciador e máscara duas vezes por semana e, após o banho, passo o cabelo por água fria para dar mais brilho. Protejo-o sempre do sol e aplico produtos complementares, como as ampolas capilares.” Definindo-se como “uma mulher como todas as outras”, garante que não existem milagres e que é difícil manter-se sempre esbelta e escultural. São a prática de desporto, a alimentação equilibrada — sem se privar de, de vez em quando, comer o que mais gosta —, os tratamentos de beleza e muita força de vontade que fazem dela uma das mulheres mais desejadas.

Uma mulher única

É uma das rainhas do horário nobre e já leva 12 anos de telenovelas no currículo, sempre com lugar cativo no coração do público. Falou-nos do desafio que é interpretar uma vítima de violência doméstica e também de assuntos bem mais leves — memórias de infância, partidas de basquete, como é ser embaixadora de beleza e até das especialidades da chef Rita.

Passar grande parte de um sábado a ser maquilhada, penteada, vestida, fotografada e entrevistada não é de certeza o ideal de um dia de folga para a maioria das pessoas, mas Rita Pereira ri quando lhe perguntam se não é cansativo, depois de uma semana de trabalho. “Isto para mim é um dia de férias.” Os seus dias de trabalho têm 12 horas, diz. “Acordo às 6h30 da manhã, trabalho até às 20h, com 20 minutos de almoço. Gravo 20 a 30 cenas por dia, tenho sempre entre 50 a 60 páginas de texto para decorar por noite. Ganha-se ritmo com o tempo, obviamente, mas sai do corpo. As pessoas perguntam–me como consigo decorar tanto texto. A minha irmã costuma fazer uma brincadeira: quando tem amigas lá em casa, pede-me para ler seis páginas de texto e decorar à primeira. E depois diz: “Estás a ver, estás ver!? Eu disse que ela conseguia!” O cérebro habitua-se, é como um músculo. Mas quando estou seis meses parada, as primeiras duas ou três semanas custam mais.”

Luena, um espelho da violência doméstica

A personagem a que dá corpo na telenovela A Unica Mulher, exibida pela TVI, está longe de ser um mar de tranquilidade. “A Luena foi-se transformando, ao longo destes 16 meses de gravação. Foi-me entregue como uma mulher muito forte, com objetivos bem traçados, uma mãe coragem, e depois a autora resolveu transformá-la e dar-lhe um lado que o público ainda não conhecia. A princípio não conseguia perceber como uma mulher tão forte como ela poderia viver uma situação de violência doméstica. Depois fui à APAV, falei com algumas pessoas, e cheguei à conclusão que há mulheres muito fortes que passam por situações impensáveis para a maioria de nós e que o fazem pelo amor pelos filhos, por causa da instabilidade financeira, ou simplesmente pelo medo de começarem uma vida do zero.”

E dar vida a Luena sai-lhe mesmo do corpo, sobretudo para alguém que, como ela, diz ter sido sempre muito amada. “É complicado, confesso. Quando tenho várias cenas de violência doméstica, acabo o dia completamente estoirada, sem forças sequer para sorrir. Rouba-me mesmo muita energia, porque apesar de ser ficção, o ator tenta sempre que seja realidade dentro de si. Para fazer as cenas, penso na revolta que sentiria se aquilo me acontecesse: não quero que isto aconteça à Luena, e quero transmitir às mulheres que diariamente me mandam mensagens que elas também não têm que passar por isso, que há sempre uma forma de escapar.” Lê muitas histórias pessoais que a deixam com o nó na garganta. “Ainda há pouco tempo, uma pessoa deixou-me uma mensagem bem emotiva na página de Facebook — mas acho que não se apercebeu que estava a deixar num mural público. Houve muita gente a comentar e ela acabou por apagá-la. Dei retorno à mensagem e ela respondeu que lhe tenho dado muita força e que a faço chorar muitas vezes porque foi realmente aquilo que ela sentiu. Tento encontrar as palavras corretas para falar às mulheres que me escrevem, porque uma coisa é termos passado pela situação, mas eu nunca a vivi. Procuro orientá-las da única forma que sei: dar-lhes alguma força, encaminhá-las para a APAV. Muitas falam-me dos filhos e percebo que, se calhar, muitas mães esquecem-se delas próprias para terem mais estabilidade em casa. Mas
tento lembrar-lhes que antes de serem mães também são mulheres; não podem passar por isso só para os filhos viverem com o pai e com a mãe.”

Senhora embaixadora

Outra novidade recente na vida de Rita foi ter sido convidada para embaixadora de uma grande marca de cuidados para cabelo e protagonizar a campanha de um dos produtos, as ampolas reparadoras. Um convite que veio de encontro a um desejo antigo, diz-nos. “Sempre quis fazer uma campanha de produtos para cabelos. Ouço comentários ao meu cabelo desde pequena, por isso era natural para mim. Quando surgiu o convite da Pantene fiquei realmente muito feliz. Fiz questão de ligar para os meus pais — quando tenho boas notícias gosto de contar aos meus assim de uma forma mais empolgada — e eles perceberam o quão importante esta campanha era para mim e como me sentia realizada com a notícia. É isso que vou tentar passar durante este ano: a felicidade de ser embaixadora desta marca, que não é só mais uma marca para mim — é uma conquista pessoal”, garante. Além de ser júri do concurso Cabelo Pantene, Rita já foi até para a rua fazer castings surpresa com equipas de filmagens, à procura de raparigas com o perfil ideal e convidá-las a participar no concurso. “Primeiro ficaram um bocadinho atrapalhadas e não acreditaram que era a sério. Mas tem corrido muito bem. As miúdas ficaram superfelizes e foram muito acessíveis.”

Rainha das redes sociais

Rita tem mais de 1,3 milhões de seguidores no Facebook e quase meio milhão no Instagram. Mas gosta de tirar tempo para ir pessoalmente às redes sociais responder aos seguidores. E estranhamente descobriu nelas um aliado contra “as muitas mentiras” que diz terem sido publicadas sobre si. “Hoje em dia, a imprensa pensa muito bem antes de publicar alguma coisa, o que nunca aconteceu antes. Antes criavam histórias a partir do nada para vender. Hoje lido bem com as redes sociais. Sou eu que controlo as minhas contas no Facebook e Instagram. Tiro pelo menos uma hora por dia para ir lá. Gosto de responder às pessoas. Vejo muitos colegas meus que têm contas nas redes sociais para lhes levantar o ego. Mas como eu sou uma pessoa bem resolvida, felizmente não preciso disso. É claro que é muito bom ler elogios. Isso é ótimo e ajuda-nos quando estamos mais tristes com qualquer coisa que a imprensa escreveu, vermos as pessoas a apoiarem e a dizerem ‘não leias isso!’, ‘sabemos que é mentira’. Mas a minha interação com as pessoas também existe para lhes dar o retorno do carinho que elas me dão. Na minha visão, o lado positivo do aparecimento das redes sociais é esse: podermos, finalmente, dar um feedback direto a quem nos segue. Se a Beyoncé me respondesse ‘Beijinhos!’ a um comentário, nem sei o que faria! Eu não sou a Beyoncé mas quando respondo ‘Obrigada, beijinhos’ e leio de seguida ‘Hoje fez o meu dia, estou muito feliz’, fico muito contente. De entre os que comentam ou mandam mensagens pelo Facebook vejo pessoas do mundo inteiro, muitos imigrantes.”

Do frio do Canadá para o calor dos trópicos

Os imigrantes que lhe escrevem são um público que lhe diz muito, até porque ela própria já esteve nesse lugar — e bem cedo, quando os pais imigraram para o Canadá. “Tinha 3 anos, mas lembro-me perfeitamente do frio — que detesto e, por isso, me marcou muito. Lembro-me de sair à rua e ficar com neve pela cintura, da escola e do autocarro que me ia buscar a casa, tal como nos filmes. E da minha família, obviamente, que continua lá e com quem mantenho o contacto. Lembro-me, sobretudo, do nascimento da minha irmã lá — é impossível esquecer.” Para o frio não contem muito com ela. São os trópicos que lhe falam mais alto ao coração. Guillaume Lalung, o namorado da atriz, é produtor de eventos e tem nacionalidade francesa mas a família é originária da ilha de Guadalupe, nas Antilhas, e era para lá que Rita se preparava para viajar quando conversámos. “Quero muito conhecer as raízes dele e estou muito empolgada e feliz com esta viagem.” E África é especial para si, admite. “É engraçado que muitos africanos acham que eu tenho sangue africano, mas não tenho. Tenho é um coração um bocadinho africano. A minha mãe diz que, já quando eu era pequenina e via um angolano ou cabo-verdiano, ficava com os olhos a brilhar. A minha melhor amiga é angolana, conhecemo-nos desde os 12 anos. Sempre tive amigos cabo-verdianos, angolanos, são-tomenses… Talvez seja a maneira livre, despreocupada e feliz como eles vivem que me cativa. Acho, às vezes, que os portugueses se preocupam demasiado com coisas sem grande importância e se calhar em África isso não acontece tanto.” Esse continente fascina-a e ainda tem muitos sítios que quer conhecer em breve. “A Cidade do Cabo, o Parque Krueger… Gostava de ir à Guiné. Adoro viajar e se não o fizer uma vez por mês, não anda longe disso. Nem que seja ir até ao Alentejo ou até Paris passar um fim de semana, já é o suficiente para fugir ao stresse e à rotina — também os tenho na minha profissão.”

Pessoal & Intransmissível

Ritmo preferido para dançar

Hip hop e ragga.

Fred Astaire ou Joaquin Cortez?

Fred Astaire.

O que a tira do sério?

Ver pessoas a fazer mal a animais. Transforma-me.

Companheiras de 4 patas

Hyndia e Heyvi, as minhas duas cadelas da raça Jack Russell. Logo que seja possível levá-las para um lugar, vêm comigo. São super-companheiras, muito educadas e dão-me muita felicidade. Acima de tudo são as duas muito fixes, muito cool. Foram cruciais em determinados momentos difíceis da minha vida por isso agora tento compensá-las. Deram-me sorrisos e gargalhadas quando precisava mais delas.

Prazer culpado preferido

Pão de queijo, daquele mesmo brasileiro.

Ritual para relaxar

Praia. Há 33 anos que moro em frente à praia e ela é realmente o meu escape. Por mais casas incríveis em sítios extraordinários, não consigo sair da Linha. Não consigo viver longe do mar.

Dia perfeito

Acordar por volta das 10 horas (que para mim é como se fosse uma da tarde), ir comer um ótimo brunch (sou viciada porque adoro comer bem ao pequeno almoço); depois dar uma volta na praia com as minhas cadelas — no verão gosto de fazer praia —, passar pelos gelados do Santini no final do dia; ir para casa ver séries; cozinhar um belo jantar, ver o Masterchef Austrália antes de ir para a cama estudar os textos.

Um disco em replay

Dois: o último da Beyoncé e o CD do meu amigo Dino Santiago.

A última vez que chorou a ver TV

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Foi ontem, com um episódio do `Shameless’, numa cena fantástica em que a protagonista, Fiona, fala com a mãe que regressa tempos depois de a abandonar, a ela e aos irmãos. É uma personagem que qualquer atriz gostaria de desempenhar. Adoro a força e leveza dela.

Animação nos bastidores

Foi um sábado de muita chuva, mas era quente, cheio de energia e quase familiar, o ambiente que se vivia no estúdio onde Rita Pereira posava para a objetiva do fotógrafo Pedro Ferreira. Tirar um dia para ser modelo (ainda que seja o de descanso das gravações da telenovela A Única Mulher) é algo que a atriz de 33 anos diz levar com prazer e uma naturalidade que ficou bem expressa na sensualidade e movimento das imagens. A acompanhá-la em estúdio estiveram duas amigas inseparáveis: Hyndia e Heyvi. As duas cadelas (que são mãe e filha) assistiram à produção com toda a calma e nos intervalos ainda aproveitavam para pedir mimos a Rita.

Em forma com Rita

Sacrifícios à mesa?

Faço bastantes, porque adoro comer e tenho mesmo de me controlar para não cair em tentação. Não faço restrição calórica; sigo uma alimentação saudável. Não quero ser magra e sinto-me muito bem com o corpo que tenho. Mas se comer arroz e massa todos os dias fico uma foca.

Vamos ‘malhar’!

Vou ao ginásio, faço bastante desporto — faço exercício físico desde os 3 anos, quando entrei para o ballet. No ginásio faço aulas. Não me vai ver numa das máquinas; se estiver na passadeira é porque estou a complementar uma aula de total condicionamento. Mas são 20 minutos terríveis!

Vai uma partida de basquete?

Ainda jogo com regularidade, mas só com os amigos. Joguei profissionalmente durante 5 anos. O basquete começou na minha vida com o meu pai, que foi jogador e depois treinador da modalidade. Aos 16 anos, os meus amigos queriam sair à sexta-feira à noite e eu não, porque o meu pai ia jogar basquete ao sábado de manhã e eu ia com ele, sempre na esperança que alguém faltasse para eu o substituir.

Valores que o desporto me deu

O ballet deu-me a postura correta e fez-me sentir bem com o meu corpo. O basquetebol trouxe o gosto pela competição, a vontade de vencer justamente, a batalha para sermos melhores todos os dias. Ter passado pelos escuteiros também me ensinou valores importantes: humanidade, partilha, interajuda. Ainda hoje, quando saio da praia levo comigo lixo que outros deixaram, uma coisa a que me habituei nos escuteiros.